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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Frase do Nikola Tesla

 "Se você quiser encontrar os segredos do universo, pensar em termos de energia, frequência e vibração."

Nikola Tesla

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Termoeletricidode

Versão 1.0 

             Em 1826, Seebeck observou que aquecendo-se a junção de um circuito fechado, feito de dois metais diferentes (por exemplo antimônio e bismuto), ocorria um fluxo de corrente elétrica. A explicação desse fenômeno escapa aos objetivos desta publicação, mas suas propriedades básicas são as seguintes: l) o fluxo da corrente é sempre o mesmo para qualquer diferença de temperatura constante desde que os metais sejam os mesmos; 2) o fluxo da corrente e assim a voltagem disponível é proporcional à diferença de temperatura entre as junções; e 3) se várias junções forem dispostas em série, as voltagens se adicionam.
             A segunda propriedade é empregada na medição de temperatura em lugares inacessíveis, e é uma das mais úteis. Um termopar é um circuito fechado de dois metais, tais como cobre-constantã, cujas junções estão dispostas, uma no objeto a ser medido e outra a uma temperatura de referência conhecida, geralmente 0°C, com um banho de gelo fundido. Medindo-se a diferença de potencial entre as junções, encontra-se a temperatura do objeto.
             As diferenças muito pequenas de temperatura podem ser medidas com uma termopilha baseada na propriedade 3 e que consiste em várias junções ligadas eletricamente em série, mas termicamente em paralelo. Obtém-se assim grande variação de potencial para uma pequena mudança de temperatura. 
           O efeito de Peltier é o corolário desse fenômeno. Quando uma corrente atravessa um circuito fechado, formado por dois trechos de metais diferentes, uma das junções torna-se mais fria e a outra, mais quente. Esse efeito pode ser anulado pelo aquecimento normal de uma corrente que passa por um fio, a menos que grandes números de junções estejam termicamente dispostas em paralelo.

Seu emprego é limitado à pequena refrigeração e aos equipamentos de ar condicionado. Uma aplicação útil consiste em colocar uma junção de referência a 0°C, em um termopar. Quando a água se resfria e há a formação de gelo, a expansão em volume do líquido aí contido interrompe o processo, ativando o microinterruptor e, à medida que o líquido se contrai pelo aquecimento, o interruptor se fecha e o resfriamento recomeça.




Fluxo de eletricidade estática

Versão 1.0

A eletricidade estática é a mais antiga forma conhecida da eletricidade. Quando um objeto carregado é aproximado de outro colocado no chão, uma pequena centelha salta entre o intervalo de um e de outro. Essa centelha é um fluxo de corrente elétrica.
Quase todas as pessoas estão familiarizadas com esse fenômeno.
Quem, em uma ou outra ocasião, caminhando sobre um tapete espesso não recebeu um choque ao tocar um objeto metálico ou outra pessoa? Essa sensação torna-se ainda mais forte quando os tapetes são de fibras artificiais, principalmente de náilon.
A eletrificação estática representa um grande perigo para a indústria, onde uma simples fagulha é muitas vezes a causa de grave explosão, como, por exemplo, nas refinarias de petróleo. Os anfiteatros dos hospitais, onde se realizam operações, também correm perigo, pois quase todos anestésicos gasosos são altamente explosivos. A eletricidade estática ainda oferece riscos nos veículos espaciais, que empregam combustíveis voláteis.
Grande número de substâncias antiestáticas foram desenvolvidas para combater tais situações. Sendo más condutoras, causam a perda da carga em lugar de seu gradativo acúmulo, que leva ao desprendimento da centelha. Uma atmosfera seca oferece mais perigo, visto que o ar seco é um bom isolador; porém, se a atmosfera estiver úmida, a carga elétrica foge porque a umidade é boa condutora de eletricidade.
As cargas estáticas podem ser úteis e são as melhores e mais simples fontes geradoras de altas voltagens para f ins científicos. Um gerador van de Graaf opera por meio de uma carga que é espalhada em uma correia isoladora em movimento e levada ao topo de uma cúpula metálica. A carga oposta é expelida para fora da cúpula e levada pela correia até a ter-
ra. Esse processo é contínuo e como a carga não foge, podem_ se acumular voltagens muito
grandes, até cerca de 4 milhões de volts (4MV); entretanto não se produzem correntes muito
grandes, pois a correia só consegue transportar pequena quantidade de carga de cada vez.
Assim, os geradores desse tipo são normalmente usados para raios-X e para aceleração de
partículas em desintegradores de átomos, onde importam altas voltagens e não correntes.



                                                             Gerador van de Graaf