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sábado, 19 de março de 2011

Faróis automotivos

Versão 1.0

Depois de tirar algumas duvidas numa pesquisa sobre a instalação de faróis auxiliares no carro, pensei que seria interessante compartilhar.

essas orientações peguei do folheto dos faróis Valeo

Utilização correta dos faróis:

Luz baixa: Obrigatória na cidade, do anoitecer ao amanhecer; Ao entrar em túneis e estradas cobertas de fumaça, poeira, nevoeiro, chuva.

Luz alta: Permitido na cidade, apenas em ruas que não possuem iluminação pública ou em alertas em situações onde seja proibido o  uso de buzina. Para pedir ao motorista que vem em sentido contrário, para abaixar os faróis (acionar duas vezes rapidamente)

Farol de neblina: Visa iluminar a frente do veiculo e o acostamento, direcionando a luz para baixo de qualquer substancia suspensa no ar (poeira, neblina, chuva, vapor de agua), afim de aumentar o campo de visão do motorista. Obs: sob neblina não use a luz alta ou faróis de milha o seu efeito será ofuscar ainda mais. 

Farol de longo alcance (Milha): Exerce o papel de luz alta com maior potência. Possui alcance de até 500 metros. Seu uso é expressamente proibido na cidade. Ao cruzar com outros veículos, desliguei os faróis de longo alcance e passe para a luz baixa.

Tamanho de papel

Versão 1.1


Atualmente o tamanho de papel mais usado é o formato A4, por trás disso há várias coisas que decidem o formato. Todos tamanhos de papel têm a mesma proporção, que é \scriptstyle 1:\sqrt{2}. Esta relação tem a propriedade única que quando cortado e dobrado ao meio no comprimento, a metade também tem a mesma proporção. Cada tamanho de papel é a metade do tamanho seguinte.


Tamanho da familia A


A família de papeis A tem uma relação de  1:\sqrt{2} \approx 0.707
de aspecto, embora seja arredondado para o milímetro. A0 é definido de modo que tenha uma área de 1 . Os tamanhos de papel sucessiva na série (A1, A2, A3, etc) são definidos pela metade do tamanho do papel anterior, de corte paralelo ao seu lado mais curto (de modo que o lado mais longo de A ( n +1 ) é o mesmo comprimento que o Um lado mais curto de n , mais uma vez antes do arredondamento).




Tamanho da familia B


A família B são definidos na norma da seguinte forma: São obtidos pela colocação dos meios geométricos entre os tamanhos ao lado da familia A em sequência. A utilização dos meios média geométrica que cada passo no tamanho: B2 B0, A0, B1, A1, ... é menor do que o anterior por uma escala igual. De uma maneira similar à série A, o comprimento da série B ainda é 1:\sqrt{2}, Uma dobra ao meio dá a continuação da próxima família. Exemplo: pegando a folha B0 dobrando ao meio, cria duas folhas do tamanho B1. O lado menor do B0 é exatamente 1m."




Tamanho da familia C


Os formatos da série C são médias geométricas entre as séries B e A os formatos da familia C com o mesmo número (por exemplo, C2 é a média geométrica entre B2 e A2). Os formatos da série C são usados ​​principalmente para envelopes . Uma página A4 vai caber em um envelope C4. envelopes série C, seguem o princípio mesma proporção que as páginas da série A. Por exemplo, se uma página A4 dobrada ao meio para que fique no tamanho A5, vai caber em um envelope C5 (que será o mesmo tamanho de um envelope C4 dobrada ao meio)."




Todas as citações e figuras foram obtidas na wikipedia

terça-feira, 15 de março de 2011

Diodo retificador

Versão 1.0

O diodo retificador é um semicondutor mais simples e muito usual, principalmente em fonte de alimentação que convertem corrente alternada (AC) em corrente continua (CC). A função é deixar fluir elétrons num sentido só.
O modo de construção é bem simples é um material tipo P e um tipo N unidos, onde cada material recebe um contato elétrico que são chamados de ânodo e cátodo. O material tipo P recebe o nome de ânodo e o tipo N é chamado de cátodo. Na junção, os elétrons livres do semicondutor do tipo  N são atraido pelas lacunas (buracos) do semi condutor do tipo P, criando a barreira de potencial.

# Polarização reversa é quando: as lacunas do semicondutor tipo P e os elétrons livre do semicondutor tipo N são atraídos  para os respectivos eletrodos, a barreira de potencial aumenta dificultando a passagem de elétrons.
# Polarização direta é quando: os elétrons livre do material tipo N são empurrados pelos elétrons que saltaram do polo negativo da fonte de alimentação, superando a  barreira potencial e transferindo para o ânodo. E as lacunas do material P são empurradas para em direção ao polo negativo e passando para o material N.

Nesse link mostra mais detalhado o diodo, de autoria Newton C. Braga
http://docs.google.com/gview?url=http://www.newtoncbraga.com.br/arquivos/mem0239.pdf