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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Fluxo de eletricidade estática

Versão 1.0

A eletricidade estática é a mais antiga forma conhecida da eletricidade. Quando um objeto carregado é aproximado de outro colocado no chão, uma pequena centelha salta entre o intervalo de um e de outro. Essa centelha é um fluxo de corrente elétrica.
Quase todas as pessoas estão familiarizadas com esse fenômeno.
Quem, em uma ou outra ocasião, caminhando sobre um tapete espesso não recebeu um choque ao tocar um objeto metálico ou outra pessoa? Essa sensação torna-se ainda mais forte quando os tapetes são de fibras artificiais, principalmente de náilon.
A eletrificação estática representa um grande perigo para a indústria, onde uma simples fagulha é muitas vezes a causa de grave explosão, como, por exemplo, nas refinarias de petróleo. Os anfiteatros dos hospitais, onde se realizam operações, também correm perigo, pois quase todos anestésicos gasosos são altamente explosivos. A eletricidade estática ainda oferece riscos nos veículos espaciais, que empregam combustíveis voláteis.
Grande número de substâncias antiestáticas foram desenvolvidas para combater tais situações. Sendo más condutoras, causam a perda da carga em lugar de seu gradativo acúmulo, que leva ao desprendimento da centelha. Uma atmosfera seca oferece mais perigo, visto que o ar seco é um bom isolador; porém, se a atmosfera estiver úmida, a carga elétrica foge porque a umidade é boa condutora de eletricidade.
As cargas estáticas podem ser úteis e são as melhores e mais simples fontes geradoras de altas voltagens para f ins científicos. Um gerador van de Graaf opera por meio de uma carga que é espalhada em uma correia isoladora em movimento e levada ao topo de uma cúpula metálica. A carga oposta é expelida para fora da cúpula e levada pela correia até a ter-
ra. Esse processo é contínuo e como a carga não foge, podem_ se acumular voltagens muito
grandes, até cerca de 4 milhões de volts (4MV); entretanto não se produzem correntes muito
grandes, pois a correia só consegue transportar pequena quantidade de carga de cada vez.
Assim, os geradores desse tipo são normalmente usados para raios-X e para aceleração de
partículas em desintegradores de átomos, onde importam altas voltagens e não correntes.



                                                             Gerador van de Graaf


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Como funciona um radioceptor

Versão 1.0

As ondas de rádio se propagam à velocidade aproximada de 300.000 km/s; durante o trajeto, os respectivos campos eletromagnético e eletrostático se mantém em ângulos retos. Nessa propagação, há que distinguir duas características inter-relacionadas: comprimento de onda e frequência. Se uma onda oscila, isto é, se varia de positivo para negativo e vice-versa, 300.000 vezes num segundo, a distância entre duas cristas consecutivas da onda será de 1.000 metros. Portanto. a um comprimento de onda de 1.000 metros corresponde a frequência de 300.000 ciclos por segundo. De acordo com o Sistema Nacional de Metrologia, que adota no caso uma convenção internacional, dá-se ao ciclo por segundo a denominação de hertz (Hz).
Assim, 300.000 ciclos por segundo são 300.000 Hz, ou 300 kHz. Frequências muito altas se expressam em megahertz (MHz), que equivale a 1.000 kHz ou 1.000.000 de Hz. Nessas condições, diz-se que a onda de t.000 m tem frequência de 300 kHz.
Um fio estendido pode interceptar uma parte da onda de rádio (fig. 137). A voltagem do sinal, passando pela bobina L1, induz corrente na bobina L2 que, sintonizada pelo capacitor variável VC1, seleciona a frequência desejada.
Receptores portáteis podem usar um tipo de antena de quadro em miniatura (figura 138). A onda induz uma tensão no enrolamento dessa antena. que é igualmente sintonizada por urn capacitor (VCl), de sorte a selecionar a emissora desejada. Os receptores portáteis de reduzidas dimensões geralmente têm no seu interior uma bobina enrolada em barra de ferrite, que funciona como antena (figura 139). A sintonização é feita de maneira idêntica (capacitor VCI). Um enrolamento menor X-X alimenta um transistor. As antenas de quadro e as enroladas em barra de ferrite são ambas direcionais. Elas detectam melhor o sinal quando o eixo (imaginário) que passa através dos enrolamentos é colocado em posição perpendicular à direção em que se encontra o transmissor. Basta girar o receptor. até encontrar intensidade ótima de sinal. Este fenômeno é aplicado em equipamentos próprios para localizar transmissores, cuja posição é desconhecida.




quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Frase do Nikola Tesla

“Deixe que o futuro diga a verdade avalie cada um de acordo com o seu trabalho e realizações o presente pertence a eles mas o futuro pelo qual sempre trabalhei pertence a mim” 
                                                                                                                 Nikola Tesla (1856 – 1943)