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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Gravação de "vídeo-tope"

Versão 1.0

As frequências que devem ser registradas, quando se pretende gravar imagem de TV numa fita magnética, são muito mais altas que as frequências de som. Com o tipo normal de gravador, a velocidade da fita deveria ser tão grande que torna isso impraticável.
Um método para superar este problema e empregar cabeças igualmente distanciadas no perímetro de um volante que gira. Passando se por essas cabeças gravadoras uma fita de 1,5 cm, 2,5 cm ou5 cm de largura, as trilhas gravadas com as imagens ficam inclinadas em certo ângulo (Figura 200).
A velocidade da fita dependerá do que se quer gravar. Poderá ser de 40 cm por seg. ou 20 cm por seg., sendo que esta última, quando usada com Cabeças rotativas, dá uma velocidade efetiva de 22 m/seg.


Reprodução estereofônica



Versão 1.0

O som estereofônico parece ter direção e profundidade como se estivéssemos presentes a um concerto sinfônico. Este efeito depende de mudanças na intensidade e fase dos sons vindos de direções diferentes (figura 198). O mesmo efeito e obtido usando-se dois conjuntos separados, cada qual constituído de microfone, amplificador e alto-falante. Uma pessoa colocada entre os alto-falantes, em posição correspondente ao terceiro vértice de um triângulo, tem a impressão de estar presente a uma execução ao vivo.
O disco estereofônico tem dois canais, um para a direita e outro para esquerda, colocados num sulco, e obtidos de dois microfones (um direito e outro esquerdo), ou então de microfone bidirecional.
 A agulha de um toca-discos estereofônico pode vibrar em duas direções. Vibração numa das direções muda o campo magnético na bobina da saída direita: na outra direção, faz o mesmo quanto à saída esquerda. Cada saída vai para seu próprio amplificador e alto-falante (figura 198).
Em fitas estereofônicas, duas ou quatro trilhas alimentam separadamente os dois canais (figura 199). A gravação é feita a partir de duas fontes e amplificadores. Quando se toca a fita, o som é capitado simultaneamente das duas trilhas com alto-falantes e amplificadores individuais.

Para se obterem melhores resultados, o equipamento estereofônico pode ter amplificadores de alta-fidelidade, circuitos que dão distorção muito pequena numa faixa bem grande de frequências.




Radioastronomia


Versão1.0


Observações realizadas diretamente por telescópios comuns ficam restrita as frequências. Exposições fotográficas registram as observações. Luz visível e raios semelhantes são absorvidos pelas nuvens, mas as radiações de radiofrequência têm maior comprimento de onda e não são impedidas de passar. Galáxias e sistemas remotos geram "ruídos" de rádio - isto é, emissões irregulares de radiofrequência. Uma antena direcional pode localizar o ponto de onde provêm estas emissões. O refletor (236) pode ter vários metros de diâmetro e concentra os sinais na antena. Os sinais são levados a um receptor muito sensível e são registrados. Em geral, estas fontes de ruído de rádio se localizam perto de sistemas observados opticamente (237). Fontes de ruído de rádio foram localizadas a distâncias enormes, muito além do que poderia ser alcançado com telescópio ótico e onde nenhum corpo celeste pôde ser observado ou fotografado. Portanto, dessa maneira conseguem-se informações além da faixa que pode ser observada oticamente. Radiotelescópios já conseguiram localizar galáxias a distâncias que vão além de 4 500 milhões de anos-luz.